{"id":5104,"date":"2020-02-05T10:21:51","date_gmt":"2020-02-05T13:21:51","guid":{"rendered":"http:\/\/torredebabel.com.br\/site\/?p=5104"},"modified":"2020-02-05T10:22:21","modified_gmt":"2020-02-05T13:22:21","slug":"jean-esta-a-aprender-portugues-e-ha-cada-vez-mais-estrangeiros-a-fazer-o-mesmo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/torredebabel.com.br\/site\/jean-esta-a-aprender-portugues-e-ha-cada-vez-mais-estrangeiros-a-fazer-o-mesmo\/","title":{"rendered":"JEAN EST\u00c1 A APRENDER PORTUGU\u00caS E H\u00c1 CADA VEZ MAIS ESTRANGEIROS A FAZER O MESMO"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/blobsvc.wort.lu\/picture\/f9579360af2364a9c2ca7f50007f427d\/1200\/851\/wortv3\/0893629c02611dbdd557816a57ad81793420da2d\" alt=\"\"\/><figcaption>Os Proust, da qual o pequeno Jean faz parte, impulsionaram o ensino do portugu\u00eas para crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar no Luxemburgo.     Foto: Ricardo J. Rodrigues<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><strong>O n\u00famero de estrangeiros a estudar portugu\u00eas no Luxemburgo disparou. Desde mi\u00fados do pr\u00e9-escolar que querem jogar \u00e0 bola com os vizinhos at\u00e9 altos quadros de empresas que percebem o potencial global da l\u00edngua. S\u00f3 no \u00faltimo ano, houve um aumento de 40% de alunos. J\u00e1 nos lus\u00f3fonos, as inscri\u00e7\u00f5es ca\u00edram a pique na \u00faltima d\u00e9cada.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uns meses que a francesa Laure Proust andava incomodada com o muro que havia nas traseiras da sua casa, em Bettembourg. Achava-o feio e inseguro, n\u00e3o gostava nada que ele dividisse o quintal a meio. O que ela queria mesmo era mand\u00e1-lo abaixo, mas achava que os vizinhos do lado, uma fam\u00edlia cabo-verdiana, se ofenderiam. Tinha esta ideia de que haviam sido eles a levantar aquele pared\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dia o seu filho&nbsp;Jean, na altura com seis anos, entrou na cozinha esbaforido e disse: \u201cMam\u00e3, os nossos vizinhos do lado tamb\u00e9m n\u00e3o gostam do muro. Eles s\u00f3 n\u00e3o dizem nada porque acham que tu \u00e9 que o queres no quintal.\u201d Como \u00e9 que o rapaz podia saber aquilo? \u201cOuvi-os a conversar, mam\u00e3, foi o que eles disseram.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>No ano anterior o rapaz tinha come\u00e7ado a ter aulas de portugu\u00eas numa escola no bairro de Clausen, na capital. \u201cFoi ele que nos pediu para aprender a l\u00edngua\u201d, conta agora a m\u00e3e. \u201cNo nosso bairro viviam muitas fam\u00edlias portuguesas e cabo-verdianas \u2013 e ele queria perceber o que as outras crian\u00e7as diziam quando jogavam juntos \u00e0 bola.\u201dOs Proust, da qual o pequeno Jean faz parte, impulsionaram o ensino do portugu\u00eas para crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar no Luxemburgo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o havia no Luxemburgo aulas de portugu\u00eas para estrangeiros para crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar, por isso Laure Proust decidiu pedir ao Instituto Cam\u00f5es que as abrissem. \u201cCome\u00e7\u00e1mos em 2017\/18 a lecionar Portugu\u00eas L\u00edngua Estrangeira em v\u00e1rias escolas do pa\u00eds, e para todos os n\u00edveis de ensino. Da\u00ed para c\u00e1, os n\u00fameros de inscri\u00e7\u00f5es n\u00e3o param de aumentar\u201d, diz Joaquim Prazeres, cordenador do ensino da l\u00edngua portuguesa no Gr\u00e3o-Ducado.<\/p>\n\n\n\n<p>Se no primeiro ano n\u00e3o eram mais de uma vintena de alunos, no segundo o n\u00famero subiu para 53 e, este ano, para 84 \u2013 um aumento de 37%. \u201cMas aqui estamos s\u00f3 a contar as incri\u00e7\u00f5es lecionadas nos acordos que o Instituto Cam\u00f5es estabelece com as escolas luxemburguesas\u201d, explica Joaquim Prazeres. \u201cSe contarmos com os cursos dados pelas comunas, com os alunos de literatura e cultura portuguesa da Universidade do Luxemburgo e com os centros de l\u00ednguas do pa\u00eds, podemos seguramente falar em largas centenas de pessoas que est\u00e3o hoje a aprender portugu\u00eas como l\u00edngua n\u00e3o-materna no Gr\u00e3o-Ducado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O mercado lus\u00f3fono n\u00e3o est\u00e1 aproveitado. As empresas precisam de quem fale a l\u00edngua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vem gente de todas as idades. \u201cEstes mi\u00fados mais pequenos t\u00eam normalmente amigos portugueses e querem saber a l\u00edngua dos amigos\u201d, diz Em\u00edlia Fraga Rodrigues, professora na escola de Brill, em Esch-sur-Alzette, para onde&nbsp;Jean&nbsp;Proust agora se mudou. \u201cO ano passado eram dois alunos, agora s\u00e3o seis. E \u00e9 curioso como eles s\u00e3o extremamente motivados.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para os mais novos de todos, os do pr\u00e9-escolar, Em\u00edlia tenta que ensinar jogando. Inventou um bingo para saberem dizer o nome das pe\u00e7as de vestu\u00e1rio, usa a m\u00fasica para que v\u00e3o ganhando no\u00e7\u00f5es, \u201ce no outro dia a m\u00e3e do&nbsp;Jean&nbsp;comentou comigo que ele j\u00e1 sabia cantar o hino portugu\u00eas, mas n\u00e3o o franc\u00eas.\u201d Sente que as crian\u00e7as est\u00e3o a contagiar-se umas \u00e0s outras e acredita que as inscri\u00e7\u00f5es v\u00e3o crescer exponencialmente. Os sinais parecem dar-lhe raz\u00e3o. Se no ano passado havia seis escolas no Luxemburgo com aulas de portugu\u00eas para estrangeiros \u2013 tr\u00eas na capital e tr\u00eas em Esch-sur-Alzette \u2013, este ano somam-se aulas em duas escolas de Diekirch, uma em Soleuvre e outra em Vianden. A quarta l\u00edngua mais falada do planeta&nbsp;est\u00e1&nbsp;a ganhar adeptos na Europa Central.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cartas de motiva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O rel\u00f3gio marca 19h de quinta-feira quando Aga Walczak, uma polaca de 36 anos, chega ao Lyc\u00e9e Ath\u00e9n\u00e9e, na capital luxemburguesa. \u00c9 aqui que Anabela Albino leciona portugu\u00eas como l\u00edngua estrangeira a um grupo de adultos. Na turma h\u00e1 franceses, italianos, espanh\u00f3is, lituanos e, a partir de agora, uma polaca. \u00c9 o primeiro dia de Aga.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOh, eu quis vir estudar a l\u00edngua porque o meu marido \u00e9 portugu\u00eas\u201d, explica. Apaixonou-se primeiro pelo marido, depois pela gastronomia, agora pelos sons e voc\u00e1bulos que lhe s\u00e3o estranhos mas, diz ela, \u201ct\u00e3o melodiosos\u201d. A lituana Vit\u00f3ria Sableviclute, 46, tamb\u00e9m tem marido lisboeta, mas n\u00e3o \u00e9 por isso que&nbsp;est\u00e1&nbsp;nas aulas. \u201cSou tradutora no Tribunal de Contas Europeu, e o portugu\u00eas \u00e9 uma l\u00edngua da Uni\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 Graziela de Barba, uma italiana de 65 anos. Foi professora toda a vida,&nbsp;est\u00e1&nbsp;a planear muitas viagens a Portugal na reforma e por isso quer aprender a l\u00edngua. E depois h\u00e1 duas espanholas, Marina Nunez e Carla Navarro. A primeira tem 31 anos, veio para o Luxemburgo h\u00e1 sete e trabalha no departamento de cr\u00e9dito de uma consultora. \u201cH\u00e1 muitas empresas multinacionais que abrem departamentos ib\u00e9ricos, ou t\u00eam um departamento para Portugal, Espanha e Am\u00e9rica Latina. Ora, o espanhol j\u00e1 eu domino, mas se souber portugu\u00eas tenho muito mais probabilidades de conseguir um emprego melhor.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Carla, 26, trabalha num fundo de investimento. \u201cEspecializei-me na \u00e1rea de microfinanciamento em pa\u00edses em desenvolvimento.\u201d Ou seja, atribui pequenos cr\u00e9ditos a empreendedores de pa\u00edses pobres, que lhes permitem criar neg\u00f3cios vi\u00e1veis e resolver a vida. Uma das regi\u00f5es que mais precisa de apoio, acredita ela, \u00e9 o continente africano. \u201cMas muitas empresas n\u00e3o chegam aos pa\u00edses lus\u00f3fonos por falta de dom\u00ednio da l\u00edngua. H\u00e1 todo um nicho que n\u00e3o&nbsp;est\u00e1&nbsp;a ser aproveitado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A aula come\u00e7a. Anabela Albino, que veio este ano dar aulas para o Gr\u00e3o-Ducado, distribui c\u00f3pias do jornal Contacto \u2013 a imprensa \u00e9 uma boa forma de puxar pelas aptid\u00f5es de conversa\u00e7\u00e3o. \u201cTanto quanto sei, o ano passado s\u00f3 t\u00ednhamos uma aluna, este ano temos oito\u201d, diz a professora. \u201cPermito-me considerar que fizeram uma escolha feliz. O portugu\u00eas \u00e9 a l\u00edngua oficial dos nove estados da CPLP, \u00e9 a quarta l\u00edngua mais falada do mundo, com mais de 261 millh\u00f5es de falantes repartidos por todos os continentes. \u00c9 uma das l\u00ednguas de trabalho de 32 organiza\u00e7\u00f5es internacionais e a quinta l\u00edngua mais utilizada na Internet.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O portugu\u00eas, diz, abre horizontes e portas. E tamb\u00e9m ajuda a derrubar muros, como um mi\u00fado de sete anos chamado&nbsp;Jean&nbsp;bem provou.<\/p>\n\n\n\n<h3><strong>&nbsp;\u201cSaber&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;\u00e9 uma enorme vantagem e quem o fala tem de perceber isso\u201d<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 2006 havia 4.898 alunos lus\u00f3fonos a estudar&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;nas escolas luxemburguesas. Em 2017, o n\u00famero tinha ca\u00eddo para 2.804 e, desde ent\u00e3o, houve uma ligeira melhoria \u2013 hoje h\u00e1 3.081 alunos. \u201cEstanc\u00e1mos a hemorragia, mas a mentalidade tem de mudar\u201d, diz o diretor do ensino&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;do Luxemburgo, Joaquim Prazeres. \u201cAprender&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;de casa n\u00e3o basta, \u00e9 preciso ir \u00e0 escola. Estamos a falar de uma das l\u00ednguas de maior proje\u00e7\u00e3o global.&nbsp;Saber&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;\u00e9 uma enorme vantagem e quem o fala tem de perceber isso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O sangria de alunos deve-se sobretudo ao facto de, em 2006, o Luxemburgo ter limitado o ensino integrado de portugu\u00eas nas suas escolas. Ao mesmo tempo que Fran\u00e7a introduzia o portugu\u00eas no curr\u00edculo geral de l\u00ednguas estrangeiras (ao lado do ingl\u00eas, do espanhol, do italiano e do alem\u00e3o), no Gr\u00e3o-Ducado saiu do hor\u00e1rio escolar. Lisboa n\u00e3o gostou: Augusto Santos Silva, ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros portugu\u00eas, dizia em 2017 ao Contacto que o ensino da l\u00edngua constitu\u00eda \u201cum problema diplom\u00e1tico s\u00e9rio nas rela\u00e7\u00f5es bilaterais entre os dois Estados.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ano tentou-se atenuar o diferendo com a introdu\u00e7\u00e3o de um sistema complementar de ensino. Passou a haver educadoras portuguesas no pr\u00e9-escolar e as escolas b\u00e1sicas e secund\u00e1rias podem agora dar aulas de&nbsp;portugu\u00eas, mas apenas em regime extracurricular. Em muitos casos, as escolas s\u00f3 aderem porque h\u00e1 grupos de pais que se mobilizam e exigem o ensino da l\u00edngua. \u201cO que temos verificado \u00e9 que nas escolas luxemburguesas h\u00e1 um discurso desmotivador da aprendizagem do&nbsp;portugu\u00eas\u201d, diz Joaquim Prazeres. \u201cMuitos professores aconselham os alunos e os pais a refor\u00e7arem o luxemburgu\u00eas para uma boa integra\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Mas v\u00e1rios estudos apontam que a capacidade de compreens\u00e3o das mat\u00e9rias aumenta quando se domina a l\u00edngua nativa. Mesmo que tudo o resto seja oferecido em luxemburgu\u00eas, um aluno que constr\u00f3i o racioc\u00ednio em&nbsp;portugu\u00eas, sua l\u00edngua de casa, vai conseguir elaborar melhor o pensamento.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Foi nesta nova vaga de ensino complementar que apareceram as aulas de&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;como l\u00edngua estrangeira. Na escola de Brill, em Esch-sur-Alzette, o curso abriu para alunos mais novos porque uma fam\u00edlia francesa, os Proust&nbsp; mobilizou outras a exigirem a oferta de&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;na escola. Os estrangeiros que querem aprender&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;s\u00e3o o grupo que mais cresce. E era essa exig\u00eancia forasteira de pedir ensino \u00e0s escolas que Joaquim Prazeres gostava de ver na comunidade portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Prazeres tem consci\u00eancia que a culpa n\u00e3o \u00e9 toda luxemburguesa. \u201cNestes mesmos anos houve uma crise econ\u00f3mica terr\u00edvel em Portugal e um per\u00edodo de austeridade que reduziu seriamente a autoestima das pessoas em rela\u00e7\u00e3o ao seu pa\u00eds\u201d, admite. \u201cCome\u00e7ou a pensar-se que o&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;de casa, de conversa, era suficiente. E n\u00e3o \u00e9.\u201d \u00c9 como se um mau&nbsp;portugu\u00eas&nbsp;acabasse por servir de descr\u00e9dito, em vez de mais-valia. E num pa\u00eds que acolhe a sede de algumas das maiores multinacionais do globo, talvez n\u00e3o seja de deitar fora a vantagem da l\u00edngua que disputa com o \u00e1rabe e o hindi a quarta posi\u00e7\u00e3o das mais faladas no planeta \u2013 atr\u00e1s apenas do chin\u00eas, do ingl\u00eas e do espanhol.<\/p>\n\n\n\n<h5>Fonte:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.wort.lu\/pt\/luxemburgo\/jean-est-a-aprender-portugues-e-h-cada-vez-mais-estrangeiros-a-fazer-o-mesmo-5e32d753da2cc1784e355114?fbclid=IwAR0e0aCH6ZSKPiNmEOgJFtiVU5FUA_7Pv40GySmX3A2KlNY_pWNkMOOeyiw\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Contacto<\/a><\/h5>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de estrangeiros a estudar portugu\u00eas no Luxemburgo disparou. 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